Não tenho futuro, tenho vida eterna

A preocupação do homem, normalmente, se concentra em dois pensamentos no tempo: (1) Como aproveitar da melhor forma possível aquilo que vivo? Isto se dá no tempo presente. (2) O que fazer para ter o melhor, considerando o que virá? Isto coloca em questão o futuro. Busca para aproveitar ao máximo o presente, e preocupação com o que viverá. O emprego ou negócio certo que rende a maior quatia de dinheiro; suficiente para regar todos os sonhos. Como uma casa confortável e bem localizada. Um automóvel novo, cheio de acessórios. Um guarda-roupa digno de qualquer ocasião. Enfim, dinheiro, bens e títulos que concedam status.

A questão para quem é “igreja” do Senhor é: Para que está preocupação se tudo isso diz respeito a este mundo (sociedade, filosofia de vida, tempo e estilo terreno e passageiro)? Se, como Cristo afirmou, não somos deste mundo, por que tamanha preocupação e luta para se conquistar aquilo que identifica os que são deste mundo?

Você, como “igreja”, deveria pensar: Não tenho futuro, tenho vida eterna. Isto é, vivo no presente um pouco daquilo que terei para sempre: uma vida intensa com o meu Senhor. Logo, tudo o que diz respeito à vida eterna teria valor para nós, no presente. Enquanto, tudo que diz respeito à vida passageira, mesmo que no futuro, seria desvalorizado.

Eu não tenho futuro, tenho vida eterna. E você?

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