Pregação na pós-modernidade

Há insistente crítica ao método de ensino expositivo. Por exemplo, Paulo Freire afirmou: “O método expositivo não deve nem pode ser o método privilegiado de processos de aprendizagem. Baseia-se numa pedagogia autoritária e numa concepção bancária do saber”. Nesta concepção de aprender o educando é sempre o educado; o educador, porque sabe mais sobre um assunto é quem disciplina, escolhe os conteúdos e quem fala. Esta é a principal crítica.

Em um contexto humanista esta crítica faz sentido, se considerarmos que o alvo é o saber limitado e mutável do homem. No entanto, em um contexto cristão, referente às Escrituras, esta crítica torna-se o principal argumento de defesa do método; se, partirmos do entendimento de que o educador é Deus, que conhece ilimitadamente; e que possui todas as condições de disciplinar, escolher conteúdos e falar. Na pregação expositiva o objetivo é o de deixar o texto falar. E o texto é a revelação de Deus.

O Senhor disse ao profeta Oséias: “Tenho uma contenda com os habitantes da terra, porque nela não há verdade, nem amor, nem o conhecimento de Deus […] O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento. […] Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor […] pois misericórdia quero, e não sacrifício, e o conhecimento de Deus, mais do que holocaustos” (4.1, 6; 6.3, 6).

Esta é uma parte do final do workshop sobre “Pregação na pós-modernidade”. Se você deseja todo o estudo, clique no link abaixo e faça o download da apostila.

Pregação na pós-modernidade

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