Você tem um amigo?

Você tem um amigo? Mesmo que não tenhamos, somos impulsionados a responder positivamente a esta pergunta; pois, em caso contrário nos sentimos pressionados, questionados: “Por que não possui amigos? Será tão ‘ruim’ assim para ser evitado?”.

 Como você sabe que possui um amigo? O que lhe dá esta certeza; se, a possui? Já passou por situações em que esta amizade fora comprovada?

Para lhe assegurar convicção responda: Quais as características naturais de um amigo? Fidelidade; lealdade; parceria; prontidão; empatia; dentre outras, fazem parte da lista da maioria de “amigos”.

 Enfim, o que é um amigo? Eis uma tentativa de resposta: Amigo é aquele que me ajuda a ser melhor pessoa, cônjuge, pai, mãe, filho irmão, estudante, profissional; enfim, ser alguém melhor. E isto tanto intencionalmente como por resultado de nosso relacionamento.

Então, você tem um amigo? Provavelmente, sim. Mas, por melhor que seja esse está longe de atingir a amizade perfeita que Cristo compartilha com os que são seus amigos.

No Salmo 41.9, Davi expressa aquilo que ninguém deseja de um amigo, mas que é comum acontecer: “Até o meu amigo íntimo, em quem eu confiava, que comia do meu pão, levantou contra mim o calcanhar”. Este tipo de ocorrência acontece com todo e qualquer amigo pelas seguintes razões: (1) Por ser limitado e falho como todos os seres humanos. (2) Por nem sempre concordar com o nosso modo de pensar. (3) Por pensar somente em si em alguns momentos, mesmo que inconscientemente. (4) E, a principal razão é que ele não pode dar aquilo que não possui.

Nenhuma pessoa possui as características desejadas de um amigo plenamente; nem de forma contínua. Todo e qualquer amigo falha, trazendo frustração. Ter expectativa de perfeição por parte de um amigo é pensar e agir alienadamente; pois é armar a própria cama para o choro.

Já em Cristo temos a perfeição da amizade, pois (1) Ele não é limitado, por ser Deus. (2) Ele não é egoísta, nem invejoso; ao contrário, todo o seu pensar e agir nos tem como alvo final: “Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos” (João 15.13). (3) E ele oferece aquilo que possui e de que precisamos – salvação, companheirismo e direcionamento eterno.

Qual a prova disto? Isto é algo que incomoda as pessoas. Como sabemos que isto é real? Como sabemos que ele não somente existe como é o melhor amigo a se ter? Para isso temos uma resposta subjetiva e outra objetiva. Empírica e metafísica:

A subjetiva e metafísica está naquilo que sentimos quando assumimos um relacionamento com Cristo. Não dá para explicar; mas, sim, somente sentir. Dá para afirmar que é real, pois sentimos sua presença; sentimos paz; sentimos convicção de salvação: “O próprio Espírito testifica com o nosso espírito eu somos filhos de Deus” (Romanos 8.16).

A resposta objetiva e empírica está na transformação em milhões de homens, mulheres, jovens e crianças, no decorrer da história; ao assumirem este relacionamento e este viver em Cristo e por Cristo.

Isto é algo observável. Possível de ser detectado, medido, confirmado. Tornando-se prova palpável de uma influência e transformação permanente da pessoa. E, contra esta prova em milhões não há negação.

Milhões afirmam em todo o mundo, por mais de dois mil anos que Cristo é o amigo perfeito, aquele que não somente nos aperfeiçoa como também preenche o nosso viver.

Você tem a prova empírica (objetiva) da transformação de vida de milhões. Uma prova mais do que suficiente em termos quantitativos e qualitativos. Pessoas que se tornaram melhores, e que não querem voltar atrás, sendo capazes de dar a sua própria vida por aquele que lhe concedeu salvação e amizade.

E você tem a afirmação destes milhões que quando assumimos este relacionamento com Cristo, tudo muda, a começar por nossos sentimentos e sensações (daí a prova subjetiva): Passamos a sentir sua presença e a ter convicção de salvação; o que nos conforta, dando uma sensação de paz e de bem estar permanente.

Que outra pessoa ou ser pode lhe oferecer isso?

Sabe o que é necessário para iniciar esta amizade com Cristo, e pertencer ao grupo de milhões transformados? “Se, com a tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo” (Romanos 10.9). Reconhecer a existência de Cristo. Seu sacrifício em seu favor, perdoando os pecados. E o desejo de viver em comunhão com ele. Em viver a vida que ele lhe oferece.

Você quer Cristo como amigo?

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