Identificação

“E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as” (Efésios 5.11).

Duas ações:

Uma em tom negativo: Não ser cúmplice.

Não planejar. Não apreciar. Não participar. Não usufruir de seus resultados. Não se deixar levar por aquilo que não condiz com a realidade de alguém que é igreja; mas sim com a realidade de quem é mundo.

Outra em tom positivo: Reprovar as obras das trevas.

Como o fazemos? Através da identificação com a luz, que é Cristo: “Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida” (João 8.12). É mais do que simplesmente reprovar verbalmente. É toda ação (mesmo silenciosa) que expõe o erro, o pecado; e identifica a pessoa com outra realidade: “Pois todo aquele que pratica o mal aborrece a luz e não se chega para a luz, a fim de não serem arguidas as suas obras. Quem pratica a verdade aproxima-se da luz, a fim de que as suas obras sejam manifestas, porque feitas em Deus” (João 3.20-21).

É dessa forma que nos tornamos luz do mundo. Ao nos aproximarmos de Cristo, evidenciando nossa identificação com ele, iluminamos, realçando Sua luz aos outros. Não temos luz própria, pois nossa fonte é a luz de Cristo; assim, tudo depende de nossa identificação com ele.

Perceba, no exemplo abaixo a diferença de não ser cúmplice, reprovando o que nos é oferecido:

1. Não, obrigado! Não bebo, porque não gosto. Ou, não bebo porque não quero. Ou, porque não estou me sentindo bem. Ou, qualquer outra razão que omita a verdadeira razão; que omita sua identidade com o Senhor.

2. Não. Não bebo porque sou santo. Isto mesmo, minha identidade com Cristo me leva a evitar aquilo que não traz aperfeiçoamento de meu caráter. Aquilo que não contribui para os meus relacionamentos. Aquilo que não contribui para minha adoração ao Senhor que me salvou.

Não, simplesmente, não bebo porque minha igreja não deixa. Ou porque meus pais são crentes. Ou qualquer outra desculpa. Mas, a identificação consciente e desejável com Cristo.

Percebe a diferença? A primeira resposta possibilita evitar a prática do pecado; mas, não a reprova, como a segunda resposta; o que pode implicar em pecado – se, eu não faço aquilo que devo fazer, logo estou pecando. Assim, não ser cúmplice; mas, antes, reprovar, implica em se identificar com Cristo; identificando-se como santo.

Você é santo? Precisa, então, viver como santo.

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